Saiba como escolher o peixe ideal para cada tipo de prato e de acordo com o seu paladar
Embora tilápia e salmão estejam na mesma categoria de tipo de proteína, eles não chegam igual ao prato. E isso está ligado a um fato simples: o peixe tem diferenças se for de água doce ou de água salgada. Desde o sabor ou até a textura, passando também pelos acompanhamentos que combinam, muitas são as divergências entre eles. Entenda melhor abaixo.
Quais as diferenças entre o peixe de água doce e o de água salgada?

Sabor
Muitas pessoas acham que é impressão, mas uma coisa é certa: a carne dos peixes absorve o sabor e o aroma do ambiente em que vivem e dos alimentos que consumiam. Sendo assim, é possível notar a diferença entre os animais de água salgada e água doce apenas pelo paladar.
Peixes de água doce, como o tambaqui e o pintado, têm um sabor mais leve, embora algumas pessoas notem um toque “terroso”. Já os de água salgada, como o atum e o salmão, têm um gosto naturalmente mais intenso e pronunciado.
Tipos de preparo
A textura da carne influencia diretamente a maneira como o peixe responderá ao calor. Peixes de água doce costumam ter uma textura mais delicada, por isso métodos mais suaves, como grelhado, assado ou cozido no vapor, são ideais. Temperos leves também vão muito bem. Vale lembrar, contudo, que existem peixes de água doce naturalmente mais gordurosos, o que permite um preparo e temperos mais complexos.
Já os peixes de mar combinam com receitas mais elaboradas. Técnicas como grelhar, cozinhar em caldos, assar ou fritar funcionam muito bem nesses casos. Além disso, temperos mais intensos, como alho, pimenta e molhos cítricos, realçam o sabor desses peixes.
Acompanhamentos
Para os peixes de sabor mais suave, como a tilápia, combinações com manteiga, alho-poró e legumes assados, por exemplo, funcionam muito bem. Para os mais intensos, como o salmão, vale contrastar com ingredientes frescos e ácidos, como molho de maracujá, alcaparras ou um simples limão.

